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BANCOS QUEREM RETIRAR DIREITOS, NEGOCIAÇÃO PROSSEGUE NESTA QUINTA (23)

22/08/2018


Fenaban apresentou proposta de 0,5% de aumento real, mas exclui cláusulas como a PLR das mulheres em licença-maternidade; negociação continuará nesta quinta a partir das 15 horas

Após o final da negociação com a Fenaban, acontecerá reunião com o BB e Caixa.

Hoje foi somente discutido uma série de problemas com relação a redação de clausulas do acordo.

O setor mais lucrativo do país apresentou novamente proposta insuficiente aos seus empregados e com retirada de direitos. Os cinco maiores bancos (BB, Caixa, Itaú, Bradesco e Santander), que somente no primeiro semestre deste ano já ganharam R$ 42 bilhões ou quase 18% mais que em 2017, apresentaram aos bancários um acordo com aumento real de somente 0,5%, e alteração ou exclusão de diversas cláusulas de Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), querem que a PLR não seja paga integralmente para os afastados e para as mulheres em licença-maternidade. É dizer que elas não podem engravidar, que se estiverem de licença, estarão fora do nosso acordo.

A categoria não aceitará nenhum direito a menos.

 

Veja mais sobre a proposta dos bancos
• Retirada do salário substituto (cláusula 5ª);
• Fim da PLR integral para bancárias em licença-maternidade e afastados por acidente ou doença (esses trabalhadores receberiam PLR proporcional ao período trabalhado);
• Querem compensar, caso percam na Justiça, as horas extras pagas como gratificação de função conforme a cláusula 11ª da CCT. Esse item não vale para os bancos públicos, que têm Plano de Cargos e Salários (PCS). A proposta foi rejeitada e o Comando quer negociar PCS para todos;
• Alteração da cláusula do vale-transporte, rejeitada porque ficaria pior do que a lei (cláusula 21ª);
• Fim da cláusula que proíbe a divulgação de ranking individual (cláusula 37ª);
• Retirada da cláusula que previa adicional de insalubridade e periculosidade porque está na lei (cláusula 10ª);
• Querem flexibilizar o horário de almoço de 15 minutos para 30 minutos na jornada de seis horas (exceto para teleatendimento e telemarketing);
• Fim do vale-cultura (cláusula 69). Comando quer que permaneça para que o direito esteja garantido caso do governo retome o programa;
• Retirada da cláusula que garantia a homologação de rescisão contratual nos sindicatos;
• Aqui um avanço: garante o parcelamento do adiantamento de férias em três vezes, a pedido do empregado;
• Outro avanço: mantém o direito do hipersuficiente à CCT (quem ganha mais de R$ 11.291,60;
• Mantém o direito ao adiantamento emergencial para quem tem recurso ao INSS por 90 dias. Os bancários querem 120 dias.

O Paraná está representado nesta negociação pelo presidente da Federação dos Bancários e do Sindicato de Cascavel, Gladir Basso; Gilberto Lopez Leite, presidente do Seeb de Ponta Grossa, e Carlos Roberto Rodrigues, vice-presidente do Seeb de Maringá.

Fonte: FEEB-PR

 




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